quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

LOBICES - 4


...Nasceu o "LOBICES 4" *****AQUI*****

6 anos

...o lobices nasceu nos blogues do sapo em 19 de Novembro de 2003
...faz hoje, 6 anos!...
...6 anos de letras, palavras, emoções e imagens
...6 anos de interacção com os demais Bloguers, Amigos e Anónimos
...6 anos de palavras escritas saídas destes dedos dedilhando no teclado
...entendi então, dar-lhe uma prenda:
...resolvi criar e oferecer-lhe o Lobices 4
...o lobices 4 que encerra toda a actividade desde o início e que irá dar continuidade ao mesmo, dentro dos mesmos termos e natureza
...estarei aqui por vós, para vós, por Amizade e doacção
...o meu abraço fraterno
...e lobices para todos
...bem-hajam

ver em:
http://lobices-4.blogspot.com/

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Velejando

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Iluminar

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Alameda em Serralves

domingo, 15 de Novembro de 2009

Domingo de chuva

...hoje não existem fotografias para postar... não é que não as tenha... tenho-as... mas não me apetece... apenas aqui deixar umas breves palavras... dizer apenas que hoje é Domingo, cinzento, triste, frio, chuvoso... o vento sopra forte e não sei se do sul ou se do norte... bate nas persianas da casa em que habito e não choro apesar de existir um grito... o grito dentro de mim que não sai... a lágrima que não cai... e a dor que não se esvai... apenas subsiste, persiste neste Domingo de colorido tão triste... não existem fotografias para postar hoje... apenas porque não quero... só porque não sei o que quero... e o vento sopra forte e é o único som que ecoa no meu coração... é mais um dia a passar... começa assim, cinzento, logo pela manhã... olho estas teclas e não sei que fazer... fechar o post, talvez... carregar na tecla que manda publicar... hoje é Domingo, triste, chuvoso, cinzento, enevoado para dele se gostar... e eu não gosto dos dias assim, mas há-os, existem e estão dentro de mim...

sábado, 14 de Novembro de 2009

Ceia de Natal à vista

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Sexta-feira, 13

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Ventre

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

S. Martinho

...mais um dia 11 de Novembro... mais um Dia de S. Martinho no qual se comem castanhas e se bebe o vinho... mais um dia apenas... mais um dia...
...hoje não coloco imagem
...coloco apenas estas singelas palavras
...leves e sem grande alcance literário
...soltas
...libertas
...do jugo do hábito da fotografia
...hoje é apenas mais um dia...

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

A rosa de hoje

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Neon

domingo, 8 de Novembro de 2009

O inverno na minha terrinha

sábado, 7 de Novembro de 2009

Onda

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Aurora Boreal

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Macro

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Estremoz

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Conduzir à chuva

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Beleza em tons de rosa

domingo, 1 de Novembro de 2009

Minha praia

sábado, 31 de Outubro de 2009

Sun

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Conjunto ribeirinho

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Môrro - Gaia

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

As forças da Natureza

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Ponto de vista

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

A mais bonita do meu quintal

domingo, 25 de Outubro de 2009

As minhas ondas

sábado, 24 de Outubro de 2009

Calcanhar do Douro

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Gaivotas

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Perdido

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Estremoz

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Beleza

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

O meu campo de golfe privativo

domingo, 18 de Outubro de 2009

Ar puro - da traseira de minha casa

sábado, 17 de Outubro de 2009

Saudades

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Bravias do meu quintal

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

2001 - Odisseia no Espaço

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

8 anitos - meu neto mais novo - Guilherme

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

D. Nuno

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Tempestade

domingo, 11 de Outubro de 2009

Algodão doce

sábado, 10 de Outubro de 2009

Mais uma amarelinha

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Sun mistakes

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Portugal a azul nas núvens

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Cetim

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Bege

domingo, 4 de Outubro de 2009

Amarela

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Serralves

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

O "meu" PDS ontem às 20 horas

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Praia de Santa Eulália

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Barra de Aveiro

segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Cometa

Na Livraria Lello

domingo, 13 de Setembro de 2009

Fractal

sábado, 12 de Setembro de 2009

Mamilo

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

Telhados de Gaia

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Meiguice

domingo, 6 de Setembro de 2009

Efeito aquático

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

O meu amigo Black partiu

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Horizonte

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Asas

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Velejando

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Serenidade

domingo, 30 de Agosto de 2009

Núvens de tempestade

sábado, 29 de Agosto de 2009

White Sun

sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Vulcão de luz

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

O amaciar das arestas

quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Rosa matinal

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Flor da abóbora

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Relógio de pulso

quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

As caves de Gaia e o meu rio

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Reflexo

sábado, 15 de Agosto de 2009

Paz

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Sublimação

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

As duas margens

quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Seguindo a progenitora

terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Retoma das postagens

quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Paleta de cores

terça-feira, 14 de Abril de 2009

Brilho do Sol

segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Brinde à fotógrafa

domingo, 12 de Abril de 2009

Momento Zen

quinta-feira, 9 de Abril de 2009

Paixão de Cristo

segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Uma Santa Páscoa para todos

sábado, 4 de Abril de 2009

Um bom fim de semana

sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Cor de rosa no meu jardim

quinta-feira, 2 de Abril de 2009

O poder das rugas

quarta-feira, 1 de Abril de 2009

A minha praia

terça-feira, 31 de Março de 2009

Acendendo o candeeiro

segunda-feira, 30 de Março de 2009

Os grandes rápidos na minha praia

sexta-feira, 27 de Março de 2009

Do meu jardim

quinta-feira, 26 de Março de 2009

Acasalamento

quarta-feira, 25 de Março de 2009

Sinfonia em sol maior

terça-feira, 24 de Março de 2009

Navegando no Tejo

sexta-feira, 20 de Março de 2009

Primavera

quinta-feira, 19 de Março de 2009

Dia do Pai

"...já faz mais de 22 anos que partiste... Estás noutro local, um local para onde foste, um local de sossego, de paz, não é ?... Tenho saudades tuas, pai !... Lembras-te do dia em que nos disseste até breve ?... Lembras-te dos dias em que sempre estiveste a nosso lado, lembras-te de tudo de bom que se passou antes de ires, lembras-te de tudo de mau que se passou antes de ires ?... Recordas o dia em que eu nasci, recordas o dia em que passaste ao estatuto de pai ?... Sei perfeitamente que te recordas e que só por isso te valeu a pena viver; sei que viveste em função dos teus, daqueles que faziam parte da tua própria vida, daqueles que eram a razão da tua existência!... Sei muito bem o quanto sofreste por mim e por todos os teus; sei perfeitamente o quanto lutaste para que nada me faltasse, para que tudo estivesse sempre bem... Lembras-te do dia em que te faltou algo para que eu não sentisse essa falta ?... Lembras-te do dia em que não comeste para que eu tivesse comida ?... Lembras-te do dia em que poupaste nos cigarritos para que eu tivesse dinheiro para o meu tabaco ?... Lembras-te do dia em que tiveste de pedir a um amigo para teres dinheiro para mim ?... Lembras-te do dia, de todos os dias da tua vida em que passaste mal para que em todos os dias da minha vida eu passasse bem ?... Lembras-te ?... Sei que te lembras e sei que sabes que tenho saudades tuas... um beijo para ti, pai!..."

quarta-feira, 18 de Março de 2009

Navegando sob a Ponte da Arrábida

segunda-feira, 16 de Março de 2009

Ponte da Arrábida

domingo, 15 de Março de 2009

Explosão

sábado, 14 de Março de 2009

Um azul profundo

sexta-feira, 13 de Março de 2009

Passeando no areal

quinta-feira, 12 de Março de 2009

Dentro de mim

“… trago-te dentro do meu peito escudada por ternos laços de afeição, de carinho e de paixão… trago-te no meu peito acolhida por todos os laços de serenidade e amor, num cabaz de tudo o que a paz nos pode tornar em seres felizes sem dor… trago-te no meu coração guardada em pétalas de azul celeste de douradas cores que ao longo dos tempos me deste… trago-te em ternuras embrulhada de coloridas sensações de tudo o que a tua presença me dá… trago-te dentro de mim ao sabor do que sinto que vive em ti e que pressinto saber-te dona do meu ser num estado de prazer, de tudo o que me é permito ter… trago-te dentro do meu coração, numa prece, ou oração, num saber que amar é o que te dou e o que recebo em troca numa deliciosa flor, seja ela qual for, mas que representa sempre e para sempre o presente de tudo o que me dás… tenho-te dentro de mim com serenidade e tudo o que representa amor em paz…”

quarta-feira, 11 de Março de 2009

Do meu quintal

Queria apenas ser o teu sonho

“...em frente ao espelho da cómoda do teu quarto, sentada num banquinho forrado a tecido de cortinado vermelho, penteavas os teus cabelos, num ritual que funciona mesmo sem dares por isso... a escova passava ora uma, ora duas vezes, de cima para baixo e alisava os teus cabelos sedosos, cor de mel e de marfim... brilhavam no espelho e te revias momento a momento numa expectativa de mudança, o que não acontecia pois não podias ficar mais bela do que aquilo que já eras... a beleza em ti não residia nem morava... era!... a tua camisa de noite, acetinada bege, de rendas sobre o peito alvo de seios firmes e redondos, deixava transparecer a cor da tua pele suave e doce ao olhar sem ser preciso tocar... a tua cama de lençóis de prata, aguardava o teu corpo numa ânsia lasciva de quem à noite, só, te espera num desespero de intocabilidade... e tu, demoravas... da cómoda tiraste um frasquinho de perfume e te ungiste com ele o que provocou um agradável respirar a todos os móveis que te rodeavam... e a tua cama, ansiava pela tua presença... e o teu corpo demorava a conceder-lhe esse desejo... levantaste-te de frente do espelho e te miraste novamente de corpo inteiro e gostaste da tua imagem alva e bela naquele quarto iluminado pela tua presença... olhaste de soslaio e sorriste... sentaste-te na beira da cama e esta suspirou docemente perante a antevisão de que breve te possuiria... tiraste os teus pezinhos leves de dentro dos chinelos de cetim vermelho, levantaste um pouco o lençol e te entregaste total e lentamente ao prazer de estender do teu corpo e da entrega final ao teu leito... a tua cama nem sequer se moveu... aquietou-se para não te perturbar, para que não te arrependesses daquilo que acabaras de fazer, com medo que te levantasses e ela te voltasse a perder... a tua cama inspirou baixinho a fragrância do cheiro da tua pele e deixou-se ficar aguardando o teu próximo movimento... deitada de bruços te deixaste finalmente ficar e tua cabeça leve pousada de mansinho na almofada, arfava lentamente o teu respirar de prazer por mais uma noite de descanso e de sonhos... teus olhos semicerrados viram a lâmpada acesa e teu braço se estendeu ao interruptor da mesinha de cabeceira para a desligar… os teus movimentos eram propositadamente lentos para que o tempo demorasse ainda mais do que aquele que já existia... e a tua cama sentia... na obscuridade do teu quarto, teus olhos semicerrados olharam o tecto e se fixaram na sua alva cor que permitia uma réstia de luz no meio da escuridão... olhaste a janela e pelas frinchas da persiana, divisaste a luz cinzenta duma lua crescente... avizinhava-se uma noite de lua cheia e teu corpo descansou por um momento... a tua cama então suspirou e te abraçou fortemente... em suas mãos te acabavas de entregar... e o sono chegou.... adormeceste... não sei mais o que se passou... a noite decorreu, teu corpo diversas vezes se moveu... a tua cama não se movia, com receio de te acordar… abraçava-te sempre para não te deixar fugir... sentia-te sua e possuía-te num sonho imenso de impossibilidade, de impotência, de raiva, por não te conseguir ter tendo-te ali... tua mente adormecida, movia-se e sabia-se que sonhavas... a tua cama te tinha ali, indefesa, sozinha... sonhavas e eu aqui, nada mais te pedia... nada mais desejava... queria apenas ser o teu sonho...”

terça-feira, 10 de Março de 2009

Serenidade

segunda-feira, 9 de Março de 2009

Tela

“…gosto de desenhar no meu corpo a pura entrega de quem ama… gosto de desenhar na minha alma a luz dessa verdade… escrever com os meus olhos a leitura da saudade… garatujar nos sons as palavras sussurradas… saborear na boca, nos lábios a doçura do mel do teu beijo desenhado desejo de quem procura o abraço esperado… gosto de desenhar nos teus ouvidos as letras que formam os sentidos… desenhar, por fim, já por sobre o esboço da obra final de quem no auge do encontro sente-se sonho sabendo ser real… pairar na tela do teu corpo e desenhar as cores do amor que num todo se move completo no ser que temos por modelo… e sendo-o, tê-lo, possuí-lo e transformar a obra num plano final que dá ao desenho o toque especial como que uma assinatura sobre a obra acabada… depois, ficar a mirar tudo o que havia sido feito para ter ali, na minha frente, a concretização do sonho e saber que todas as palavras ditas ou as desenhadas ou as escritas houveram sido assimiladas, saboreadas e entendidas como brotadas de dentro do meu ser… gosto de desenhar sim, no teu corpo, o meu eu e no fim ao olhar a tela preenchida em ti soubesse ali ter tudo o que havias querido da presença do meu amor…”

sábado, 7 de Março de 2009

Matrix

sexta-feira, 6 de Março de 2009

Porque te amo?

“…amo-te porque te amo… porque me sinto bem quanto te olho… quanto te toco… quando te beijo… quando sinto a tua pele perfumada junto da minha… quando te vejo sorrir para mim… quando ouço a tua voz… quando te ris… quando me tocas, me acaricias e me fazes sentir homem… amo-te quando me dizes que também me amas, quando me dizes gostar de mim, quando me olhas e vejo no teu olhar a tua alma e o reflexo da minha… quando sabemos que nada mais no mundo nos importa… quando sentimos que tudo o que gira à nossa volta está parado e somos o centro de tudo… amo-te quando te digo que te amo, quando te sussurro palavras ternas, quando ouço as que me dizes… amo-te quando me dás um mimo, um sabor, o roçar ao de leve ou mesmo forte… amo-te porque te amo… porque te sinto bem quando me olhas… quando me tocas… quando me beijas… quando sinto que sentes a minha pele… quando te sorrio… quando ouves a minha voz… quando me rio… quando te toco, quando te acaricio e te faço sentir voar… amo-te quando estou aqui ou aí… amo-te mesmo quando não estamos ou não somos… amo-te porque sei que te amo, porque sinto que te amo, porque vivo esse amor duma forma terna, doce, suave e pura mesmo quando os corpos se entrelaçam e vibram em loucura… amo-te assim, tão simples…tão tudo em ti e em mim…”

quinta-feira, 5 de Março de 2009

Sinfonia de ternura

quarta-feira, 4 de Março de 2009

Nudez

"... porque te sentas de pernas cruzadas sobre a nudez do teu silêncio?... para te ouvires desejando não ouvir o que não és capaz de pensar?... porque te sentas de costas voltadas à treva se da treva vem a luz que te cega?... para não olhares, para não veres o que sempre desejaste ver?... porque me dizes que sim quando do teu peito sai um gritante não?... para não teres de balbuciar um talvez?...porque pensas que pensas o que não pensas?... para pensares no que eu penso que tu pensas?... não, o melhor é mesmo não pensares… porque sentes que a vida te foge por entre os dedos se as tuas mãos estão presas e cheias de dúvidas?... porque desejas libertação se o que intimamente queres é estar quieta na bonomia do turbilhão?... porque calas o teu grito se do fundo da tua mansarda revelas a negrura da alma que te compõe o sentir?... porque não mentes se é tão doce mentir?... porque não calcas a doçura do mel?... porque não espezinhas a palavra calada?... porque não escreves o nada que tens para dizer?... que te disse eu que tu já não soubesses?... aprendeste algo mais para além daquilo que já não sabias?... que sabes tu da ignorância que te cerca se a certeza de saber é apenas uma incógnita que nos abala a consciência de nada sabermos, ou apenas de sabermos que nada sabemos?... porque te manténs sentada de pernas cruzadas sobre a nudez do teu silêncio?..."

terça-feira, 3 de Março de 2009

Reflexos laminados

segunda-feira, 2 de Março de 2009

Coração

sábado, 28 de Fevereiro de 2009

O último movimento

“... terminaram as palavras... as letras deixaram de existir... as frases já não podem ser formuladas e a comunicação escrita ou falada findou... o Homem deixou de poder dizer um simples vocábulo e nem um só ditongo se consegue escrever ou articular... mas a sua necessidade de gritar leva-o a inventar novas formas de comunicar... passa a usar o seu corpo para insinuar as sílabas e começar a juntar os elementos que formam a ideia, a imagem ou apenas o sentido... o seu corpo passa a ser a caneta ou a corda vocal... e as mãos tocam ali, acolá ou aqui... movem-se no espaço e sentem que do outro lado existem outras mãos que fazem o mesmo... e todos começam a gesticular... e do gesto, passam ao encontro, ao toque mútuo, ao abraço, ao enlace, à carícia, ao beijo, à ternura, a todo o género de acto que defina um desejo de comunicar, de dizer: estou aqui, estás aí, podemos falar?... então trocam-se os toques e todos se movem no mesmo sentido... no Mundo existe o silêncio mas passou a existir o abraço... algo que o Homem já havia esquecido há muito... e apesar de o riso não ser articulado, existe o sorriso... e apesar do grito se ter silenciado a lágrima pode escorrer pela face e dessa forma se diz o que se passa, o que se sente, o que se deseja, o que se vê e o que se quer que seja entendido... o Homem calou a voz mas não consegue deixar de comunicar... e o seu corpo passa a ser o elemento base dessa acção... e, dessa forma, mesmo não podendo dizer que se ama, pode-se dizer o mesmo num sorriso, num beijo, num toque, num abraço, num desejo... e o Amor, por mais que o Homem possa perder as suas faculdades, jamais morrerá... e Amar, continuará a ser o único caminho!...”

sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Para descansar um pouco

quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Reflexos

quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

E o sol continua a brilhar

sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Bom fim de semana prolongado

sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

O falso espelho

quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Branco mais branco não há

quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Kika

sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Bom fim de semana

quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Foz do Rio Douro

quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Uma miríade de cores em flores

terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

E o vento sopra

segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Intitulável

domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Bandeiras alinhadas

sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Um doce reflexo

sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

David fotógrafo contra Golias de betão

quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

E o meu Porto ali tão perto

quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Desenho

"...desenhei meu corpo nas águas profundas do rio que em mim corre e nele me percorri em tons de azul, cor do céu que nunca morre... desenhei minha alma nas ondas do poderoso mar que fora de mim se move e nele a desenhei em tons de branco nobre, leves, mas sóbrios... desenhei meu corpo na minha alma e a mistura se fundiu em tons vermelhos de sangue puro... e minha alma, pária de si própria, desenhou no meu corpo a felicidade de se saber comigo e não mais solitária... desenhei, por fim, no mais profundo de mim, um campo de flores, pleno de todas as cores, exalando todos os perfumes, completamente preenchidas com todas as vossas dores..."

terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Como consegui este ângulo?

segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

A minha praia ali ao fundo

domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Informação

...este "novo" blog inclui, atrvés do Sistema de Exportação e Importação de Blogs, todos os posts que existiam no meu outro blogue "lobices-3"...
...assim, este passou a ser o único dedicado à minha continuidade de "Bloguista" desde 19-11-2003 com o "lobices", depois com o "lobices-2" e agora com o "lobices - 3 - Fotografia"...

sábado, 31 de Janeiro de 2009

O "meu" Douro

sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Serenidade

Um dos filhotes do meu Black

quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Jardim do Môrro e o Metro do Porto

Sala de leitura

quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Vidraça

Par

terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

O velhinho autocarro

segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

A estação suburbana da minha terrinha

Mais um pedaço de Lisboa

domingo, 25 de Janeiro de 2009

Uma zona da Expo

Uma brincadeira com euros

sábado, 24 de Janeiro de 2009

Molhando o pé do bebé

Leme

sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Formatos angulares

Telhados de Lisboa

quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Amanhecer em Albufeira

Lavar e amaciar as rochas

quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Ventoinha

Tonalidades ao entardecer

terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Luzinhas

Um lugar de relax

segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Sol e sombra

E a Ribeira noutro tom

domingo, 18 de Janeiro de 2009

E o Tejo ali ao lado

Admirando a obra

quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Estação de S. Bento

Tsunami

quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Duas forças em confronto

O uivo

Levantou-se com um sobressalto, que a fez erguer a coluna num impulso sôfrego, um nó de desespero atado na garganta. Segurou-a com uma das mãos, como se contivesse a respiração ainda ofegante. A escuridão estava toda emersa numa tonalidade azul, criando uma atmosfera quase irreal no interior do quarto. Uma estranha luminosidade vinha do exterior, e penetrava no quarto pelo espaço entre as velhas cortinas desbotadas. Dirigiu-se à janela como se algo a chamasse. Espreitou por trás do veludo envelhecido do reposteiro e viu um vidro quebrado, estilhaçado no canto inferior esquerdo. Formava um desenho perfeito de uma teia. Tocou-lhe e automaticamente levou o dedo à boca, sugando o sangue do corte que acabara de sofrer. Soltou um breve gemido de dor, frustrado de fúria. Lá fora, a lua erguia-se gigantesca, majestosa, rodeada de uma aura azul intensa, que cobria todas as coisas de improváveis reflexos. Sentiu um incómodo arrepio, como uma fria corrente enferrujada a mover-se no interior da espinha. O espaço à sua volta, de súbito, ganhava novos contornos. Estremeceu perante um breve desacerto do mundo. Julgou ouvir ruídos, um estalar de madeira, ecos de passos atrás de si, o som das sombras a mover-se pelas paredes do quarto. Voltou-se e tremeu. Deu dois passos incertos, esquecida do próprio corpo. O chão estava alagado; os pés descalços enregelados. Ouvia uma torneira aberta, que pingava lentamente. O som adensava-se segundo a segundo, ecoava pela casa toda, cada vez mais próximo, cada vez mais grave, cada vez mais alto, com requintes de tortura. Segurou a cabeça entre as mãos, crispando os dedos entre os cabelos, tapando os ouvidos quase até ao limiar da dor. Enlouquecia. Abriu as portadas e saiu. Correu para a floresta que se estendia, negra e silenciosa, a sul da casa. Não se vestiu. A camisa branca de algodão finíssimo esvoaçava enquanto corria. Um som distante, longínquo, como um uivo, envolvia agora todo o espaço entre as árvores. Tudo à sua volta permanecia assombrosamente azul. Olhava para o céu e os seus olhos cintilavam, fazendo perguntas às estrelas ausentes. Correu a um ritmo alucinante, rasgando a noite escura com a sua deslumbrante figura pálida. Se pudéssemos congelar o momento, encontrar-se-ia a mais bela fotografia do mundo. Era atrás do lobo que corria. Um lobo que conhecia sem nunca ter visto, que a chamava sem nunca ter tocado um fio dos seus cabelos. Sonhara com ele durante seis noites seguidas, um segundo mais cada noite, até que o sonho a puxou para dentro e ela foi ao seu encontro. Correu atrás dele, movida pelo sonho, dominada pela loucura. Corria como se perseguisse a própria vida, e gritava. Gritava o nome do seu amor, como se lhe respondesse. Correu até ficar sem forças, lentamente vergou os joelhos e deixou-se cair no chão húmido. Tinha chovido nas horas anteriores, muito certamente. Cravou as mãos na terra até que esta lhe doesse, negra e perfumada, entre as unhas. Sentiu um frio muito fino percorrer-lhe a parte de trás do pescoço, desde a nuca, descendo até à cintura. Depois um calor imenso a escorrer-lhe pelos braços. Tinha o lobo junto do seu corpo, o seu olhar ferido de medo. Aproximou-se do seu rosto, conseguia sentir-lhe a respiração na face gelada. Mergulhou os dedos finos no pêlo em redor do pescoço, num gesto ambíguo. Como se segurasse, como se repudiasse. Sentia-o roubar-lhe o sopro de vida, ao mesmo tempo que a alimentava de uma inexcedível sensação de eternidade. A escuridão era tão intensa que a noite parecia estender-se sobre todas as coisas, sem limites, insondáveis as suas profundezas. Reinava uma calma inquietante. O seu coração pulsava acelerado dentro do peito, o olhar num fervilhar insustentável de paixão. Olhou à volta, demorando um segundo a reconhecer o espaço do quarto. Um segundo depois, o outro lado do pesadelo: Está um homem ao seu lado. Está frio. O branco dos lençóis tingido de vermelho. Do corpo imóvel e pálido escapa-se um fio rubro e espesso. O olhar preso no infinito. Um último gesto de angústia suspenso na mão. A boca entreaberta, fixo nos lábios um suspiro, com o nome do seu amor.


(prefácio do meu livro “Lobices”)

terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Coroação dos deuses

Virgindade

segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

O grande vão

O "3 patas" atravessando o riacho


Depois de ter saciado a sede, tal qual artista de circo ali vai ele atravessando o riacho saltitando sobre as pedras escorregadias numa espécie de gincana... e conseguiu... o cão não é meu, é propriedade da minha praia e sempre que lá vou o vejo

sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

O "3 patas" saciando a sede

quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

A beleza das ondas

O melhor amigo do Homem

quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Uma barrigada de sol

terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Deuses

"...deuses fecundos e deuses infecundos... que de amor se preenchem e que de amor se entregam... estados puros que nos abraçam em momentos de paz onde o líbido não reconhece o corpo e a alma nele se desfaz... nesse puro amor de ávidos sentidos onde não existe a dor senão apenas a do despojar de tudo, onde o nada surge no seu esplendor como uma flor, abrindo-se e fechando-se ao mesmo tempo... nem só de viriatos vive a mulher... a loucura é preciso, a insanidade está no siso e no riso... apuram-se as palavras para designarem amar... amar não se designa, amar não se resigna, amar não se digna, amar nem sequer é uma insignia, amar é um estado de alma onde, na verdade, se fundem os viriatos que nem são homens nem mulher... são apenas o desejo de o ser..."

A nova versão do Pensador de Rodin

segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Anoitecer em Albufeira

O predador silencioso

domingo, 4 de Janeiro de 2009

Sunset através do meu olhar

Santa Catarina, fim de tarde

sábado, 3 de Janeiro de 2009

Teimosamente

“…teimosamente, os representantes de Cristo na Terra, mesmo com 2000 anos já passados, como que ainda estando escondidos nas catacumbas de Roma, dizia eu que, teimosamente esses representantes continuam a esconder Cristo dos Homens, através de atitudes que a Igreja Mãe, Católica Apostólica Romana, continua a ter ao não permitir que Cristo seja visto por todos os Homens, como Alguém que está sempre ao nosso lado, sempre presente em todos os actos da nossa vida, dando-nos a Sua mão, dando-nos o Seu amor de paz, dando-se Ele próprio como numa catarse de unidade e amor global... os representantes de Cristo na Terra continuam a fazer separações no seu rebanho, por vezes não procurando recuperar as tresmalhadas, por vezes não procurando amar as que verdadeiramente precisam de amor, por vezes dando atenção às hipocrisias no templo e ficando desatentos aos que, temerosos, não sentem a coragem de pedir ajuda... teimosamente, continuam a não deixar ir a Ele as "criancinhas" cabendo nesta classificação todos aqueles que ainda são "novos" nos caminhos para Deus... teimosamente, continuam a tapar Cristo dentro dum Sacrário, dum Cofre, para que Ele não saia por aí dando o Seu amor a toda a gente… teimosamente, continuam a abrir o Sacrário apenas àqueles que muitas vezes brancos por fora se encontram escuros por dentro… teimosamente, continuam a abrir o Sacrário apenas quando entendem que o devem abrir e não quando lhes pedem para que o abram: "Eu sei, meu Deus, que não sou digno que entreis na minha morada, mas também sei que uma só palavra Tua e a minha Alma será salva!"… teimosamente, continuam a não dar ouvidos àqueles que ávidos de Amor Divino, lhes pedem tão-somente uma palavra de conforto, um ouvir duma lamentação, uma confissão para que o coração se purifique, um pouco do Corpo de Cristo para que as suas Almas sejam salvas... teimosamente...continuam a esconder Cristo ao Homem...”

O crocodilo ao sol

quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Para todos um sereno 2009

Para todos um sereno 2009

terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Vista do Castelo

Jardins suspensos

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Será sempre a Ribeira do Porto

Limpidez

domingo, 28 de Dezembro de 2008

Hoje

...e porque hoje gotas de chuva também me lavaram a alma
...e porque hoje despi meu corpo e me olhei inteiro
...e porque hoje senti a sombra da minha ausência
...e porque hoje sorri à solidão e não fechei a janela
...e porque hoje abri a porta e entrei dentro de mim
...e porque hoje berrei o silêncio e o grito calei
...aqui me quedei sorrindo do choro que ainda não chorei...

Traquinices

sábado, 27 de Dezembro de 2008

Azul

Fractais

sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Azenhas do Mar

Gaia do alto olhando a baixa do Porto

quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

A minha prenda de Natal para vós

a minha prenda de Natal

terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

nascimento para a vida (Natal)

segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

o subir para a luz

domingo, 21 de Dezembro de 2008

hoje entra o Inverno com um dia de Sol

sábado, 20 de Dezembro de 2008

mandala

sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

brincando com as formas

quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

perspectiva de alinhamento

terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

e o Douro aos meus pés

segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

picaram o isco