"...deuses fecundos e deuses infecundos... que de amor se preenchem e que de amor se entregam... estados puros que nos abraçam em momentos de paz onde o líbido não reconhece o corpo e a alma nele se desfaz... nesse puro amor de ávidos sentidos onde não existe a dor senão apenas a do despojar de tudo, onde o nada surge no seu esplendor como uma flor, abrindo-se e fechando-se ao mesmo tempo... nem só de viriatos vive a mulher... a loucura é preciso, a insanidade está no siso e no riso... apuram-se as palavras para designarem amar... amar não se designa, amar não se resigna, amar não se digna, amar nem sequer é uma insignia, amar é um estado de alma onde, na verdade, se fundem os viriatos que nem são homens nem mulher... são apenas o desejo de o ser..."
1 comentário:
dos deuses que aianda possam existir.....
contra a insanidade.
bom ano. sim.
abraço.
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